Nossa primeira vivência aberta ao público se realizou em Março. Foi engraçado, nem eu nem Diogo nos sentíamos muito confortáveis em divulgar muito. A casa ainda estava uma zona, vivíamos em barracas, sem banheiro, um ducha, coisas da obra espalhadas por todo lugar, chão ainda com ripas de bambu…Enfim, nos sentíamos num furacão.
Constantemente eu escutava minha voz falando comigo mesma: “Vai aparecer quem tiver que aparecer, é o Universo que enviará seu sinal”.
Ainda assim, não me sentia confortável em convidar pessoas. Montei cartazes e, só para seguir aquele protocolo de divulgação, espalhei cartazes por Serra Grande. Participei de um Vipassana em fevereiro e, lá sim, senti no fundo do coração em convidar 2 mulheres que conheci por lá.
Ninguém de Serra Grande ou do Vipassana apareceu. No primeiro dia, estávamos somente nós.
No segundo dia de mutirão chegaram os anjos. Todas as crianças da família de Zezé e do Seu João Guilherme. Chegaram muitas crianças.
Estava bem claro para mim o sinal do Universo que eu tanto esperava.






